Pedofilia é crime, isso todo mundo já sabe, o que é impressionante é saber que a oferta está maior que a procura. Em Natal, Rio Grande do Norte, não é difícil encontrar menores se oferecendo em troca da ilusão de poderem dizer, ou mostrar, que já são donas do próprio corpo. E de adultos se aproveitando desses menores sem nenhuma represaria. Não falo aqui da questão da prostituição infantil (usar o corpo pra poder “manter a família”, sustentar o vicio das drogas, dentre outras questões sociais que não é o nosso mérito aqui abordar...), falo de como os valores estão “estuprados”, de como a influencia midiática está influenciando o comportamento de nossa juventude através de programas que induzem a pratica precocemente, e de como essa pratica é cada vez mais acolhida pela família desses jovens. O moderninho ficar da sociedade contemporânea está desaguando no ficar e transar, sem levar em conta os preceitos de maturidade e responsabilidade. Nesses casos não há a intervenção direta do conselho tutelar do menor, pois as relações são entendidas como “normal” de quem já tem “autonomia” sobre a própria vida, mesmo que ainda em idade tenra. A sociedade como um todo não pode fechar os olhos diante de uma problemática que assola não só o nosso Estado, como em toda grande metrópole, acredito. Fica aqui a nossa responsabilidade como agente transformador em orientar e esclarecer esses nossos jovens dos perigos que norteiam esse oferecimento descabido e exigir políticas sociais mais eficazes junto ao poder público; elaborar projetos culturais nas escolas e sedes de bairros, voltados para toda a problemática familiar que circundam a família desses jovens .Enaltecer o valor da vida pode ser um bom começo para reverter esse desajuste social.quinta-feira, 30 de abril de 2009
Valores Estuprados
Pedofilia é crime, isso todo mundo já sabe, o que é impressionante é saber que a oferta está maior que a procura. Em Natal, Rio Grande do Norte, não é difícil encontrar menores se oferecendo em troca da ilusão de poderem dizer, ou mostrar, que já são donas do próprio corpo. E de adultos se aproveitando desses menores sem nenhuma represaria. Não falo aqui da questão da prostituição infantil (usar o corpo pra poder “manter a família”, sustentar o vicio das drogas, dentre outras questões sociais que não é o nosso mérito aqui abordar...), falo de como os valores estão “estuprados”, de como a influencia midiática está influenciando o comportamento de nossa juventude através de programas que induzem a pratica precocemente, e de como essa pratica é cada vez mais acolhida pela família desses jovens. O moderninho ficar da sociedade contemporânea está desaguando no ficar e transar, sem levar em conta os preceitos de maturidade e responsabilidade. Nesses casos não há a intervenção direta do conselho tutelar do menor, pois as relações são entendidas como “normal” de quem já tem “autonomia” sobre a própria vida, mesmo que ainda em idade tenra. A sociedade como um todo não pode fechar os olhos diante de uma problemática que assola não só o nosso Estado, como em toda grande metrópole, acredito. Fica aqui a nossa responsabilidade como agente transformador em orientar e esclarecer esses nossos jovens dos perigos que norteiam esse oferecimento descabido e exigir políticas sociais mais eficazes junto ao poder público; elaborar projetos culturais nas escolas e sedes de bairros, voltados para toda a problemática familiar que circundam a família desses jovens .Enaltecer o valor da vida pode ser um bom começo para reverter esse desajuste social.
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