Pedofilia é crime, isso todo mundo já sabe, o que é impressionante é saber que a oferta está maior que a procura. Em Natal, Rio Grande do Norte, não é difícil encontrar menores se oferecendo em troca da ilusão de poderem dizer, ou mostrar, que já são donas do próprio corpo. E de adultos se aproveitando desses menores sem nenhuma represaria. Não falo aqui da questão da prostituição infantil (usar o corpo pra poder “manter a família”, sustentar o vicio das drogas, dentre outras questões sociais que não é o nosso mérito aqui abordar...), falo de como os valores estão “estuprados”, de como a influencia midiática está influenciando o comportamento de nossa juventude através de programas que induzem a pratica precocemente, e de como essa pratica é cada vez mais acolhida pela família desses jovens. O moderninho ficar da sociedade contemporânea está desaguando no ficar e transar, sem levar em conta os preceitos de maturidade e responsabilidade. Nesses casos não há a intervenção direta do conselho tutelar do menor, pois as relações são entendidas como “normal” de quem já tem “autonomia” sobre a própria vida, mesmo que ainda em idade tenra. A sociedade como um todo não pode fechar os olhos diante de uma problemática que assola não só o nosso Estado, como em toda grande metrópole, acredito. Fica aqui a nossa responsabilidade como agente transformador em orientar e esclarecer esses nossos jovens dos perigos que norteiam esse oferecimento descabido e exigir políticas sociais mais eficazes junto ao poder público; elaborar projetos culturais nas escolas e sedes de bairros, voltados para toda a problemática familiar que circundam a família desses jovens .Enaltecer o valor da vida pode ser um bom começo para reverter esse desajuste social.quinta-feira, 30 de abril de 2009
Valores Estuprados
Pedofilia é crime, isso todo mundo já sabe, o que é impressionante é saber que a oferta está maior que a procura. Em Natal, Rio Grande do Norte, não é difícil encontrar menores se oferecendo em troca da ilusão de poderem dizer, ou mostrar, que já são donas do próprio corpo. E de adultos se aproveitando desses menores sem nenhuma represaria. Não falo aqui da questão da prostituição infantil (usar o corpo pra poder “manter a família”, sustentar o vicio das drogas, dentre outras questões sociais que não é o nosso mérito aqui abordar...), falo de como os valores estão “estuprados”, de como a influencia midiática está influenciando o comportamento de nossa juventude através de programas que induzem a pratica precocemente, e de como essa pratica é cada vez mais acolhida pela família desses jovens. O moderninho ficar da sociedade contemporânea está desaguando no ficar e transar, sem levar em conta os preceitos de maturidade e responsabilidade. Nesses casos não há a intervenção direta do conselho tutelar do menor, pois as relações são entendidas como “normal” de quem já tem “autonomia” sobre a própria vida, mesmo que ainda em idade tenra. A sociedade como um todo não pode fechar os olhos diante de uma problemática que assola não só o nosso Estado, como em toda grande metrópole, acredito. Fica aqui a nossa responsabilidade como agente transformador em orientar e esclarecer esses nossos jovens dos perigos que norteiam esse oferecimento descabido e exigir políticas sociais mais eficazes junto ao poder público; elaborar projetos culturais nas escolas e sedes de bairros, voltados para toda a problemática familiar que circundam a família desses jovens .Enaltecer o valor da vida pode ser um bom começo para reverter esse desajuste social.Um exemplo prático de ação comunicacional com comunidades
Por Anne Elisabete Brito, Relações Públicas BA 1899 A organização é uma incubadora de cooperativas
EPADE é a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da UNIFACS, em Salvador na Bahia, com objetivo de auxiliar empreendimentos associativos a gerarem trabalho e renda para seus associados localizados em comunidades marginalizadas. Faz isto através da criação de tecnologias sociais, atrelando a pesquisa à extensão tendo um papel fundamental na ligação da universidade com a população. O EPADE faz parte do movimento de Economia Solidária e segue seus princípios na busca de um mundo mais justo. EPADE, em parceria com a REDE e a CEC, assessora a CANORE, que vem exercendo a coleta responsável de lixo para a reciclagem, situada no bairro de Santa Cruz ajuda muitas pessoas que vivem em situação social precária promovendo o trabalho comunitário, que é além da inclusão social e fonte de renda, colaboração para a preservação do meio ambiente. Separando o que é reciclável do que não é, o trabalho da CANORE conscientiza a população da importância de evitar o acúmulo de lixo, separando o que pode ser reutilizado e transformando o que se considera perdido em material biodegradável e de utilidade social. Também assessora a COOPAED, Cooperativa Múltipla de Produção de Alimentos do Engenho Doce, através da criação de espaços para a atuação das cooperadas, assistência e divulgação. É uma cooperativa de alimentos situada no Engenho Velho da Federação. São cerca de treze mulheres reunidas, que buscam melhorar sua qualidade de vida, assim como da comunidade local, com a produção alimentícia. A COOPAED surgiu em 2004 com o apoio do EPADE. A COOPAED baseia as suas atividades na Economia Solidária, de base associativista e cooperativista, centrada no ser humano e não no capital, voltada para a produção e comercialização de bens e serviços, de modo autogerido.O plano de Comunicação
EPADE estava cadastrada nas Atividades de Extensão Comunitárias, da Coordenação de Extensão Comunitária da UNIFACS e abriu espaço para a minha atuação de comunicação. Inúmeros problemas afastavam EPADE das comunidades, tanto do entorno, quanto as envolvidas com as cooperativas. A visibilidade do trabalho de incubação e campanhas era muito baixa e surgiu a necessidade de intervenção de um profissional de comunicação, para que a imagem e o trabalho fosse melhor assimilado pela sociedade. Foi feito um plano de comunicação, com pesquisa, diagnóstico, estratégias, ações e resultados, no qual foram elaborados instrumentos comunicacionais dirigidos às comunidades envolvidas, sensibilizando o povo das ações do EPADE e das cooperativas. O resultado foi o melhor possível; engajamento dos cidadãos baianos e participação das comunidades nos seus próprios projetos, realizados através desta incubadora. EPADE sempre estava se reunindo com a equipe de comunicação, acompanhando e fornecendo o feedback e direcionamento das ações de comunicação para a sua organização.
Resultados
Numa reunião com os líderes da cooperativa CANORE e COOPAED, e integrantes do EPADE, ouviu-se sobre problemas e expectativas presentes nas duas comunidades, para que a partir destes fatos, a equipe de Relações Públicas, pudesse criar um diagnóstico e propor ações pertinentes ao posicionamento frente os dados e objetivos das cooperativas. Tanto a logomarca do EPADE, quanto da CANORE foram criadas a partir do plano de comunicação, associando uma marca à organização, pelo público. A COOPAED obteve uma atualização na logomarca, para melhor ser inserida nos instrumentos. A marca constituiu o primeiro passo para uma política comunicacional. Os cooperados da CANORE, coordenados por Sr. Manoel, reclamaram de a estrutura interna ser muito pequena - um galpão desprotegido da chuva - também da falta de participação do povo, mais a falta de apoio da prefeitura municipal, só que um dos maiores problemas estava ligado à falta de informação da população produtora do lixo quanto ao material que poderia ser reciclado. A solução da comunicação foi de informar à comunidade sobre a oportunidade gerada pela cooperativa e à população, mais sobre o que pode e não pode ser reciclado. Cada casa ou apartamento estaria designado a receber uma cartilha para atender o cooperado CANORE que aparecesse para recolher o material. Exigir reconhecimento pela prefeitura local e apoio da Limpurb – empresa municipal que cuida do lixo bruto - também fora relatado. Os líderes da CANORE ficaram felizes com a ajuda advinda da comunicação, com a sugestão dos panfletos e cartilhas, também ganharam uma logomarca e crachás de identificação. A COOPAED é basicamente formada por mulheres. A representante enviada à reunião foi a Sara, compondo as fotos presentes no banner, folder e cartaz. Estes materiais foram criados com a sugestão da própria Sara e da equipe, para suprir o problema da baixa visibilidade e falta de informação das comunidades alvo, do bairro e da cidade em geral sobre a cooperativa de alimentos.
Para democratizar a comunicação
O Brasil tem um período histórico ligado ao exercício autoritário do Governo, marcado por algumas ditaduras. As eleições com a participação do povo e escolha popular do Presidente da República é algo tão recente para o país quanto o surgimento e popularização das novas tecnologias de comunicação. A censura revela na informação, os resquícios da ditadura, evidenciando relações de poder. As redes de comunicação deveriam ser mais democráticas, com os veículos voltados à sociedade e sua necessidade de informar, afirmando o compromisso social e a qualidade de vida. O poder de interferência dos meios de comunicação pode, com sua força, equilibrar e regular a comunicação para abranger as dimensões em toda sociedade, sem excluir o povo e com conteúdos voltados para a cidadania, mas para isto, é necessário avançar em políticas públicas democráticas.
Qual a comunicação que temos? Qual a comunicação que queremos? Para suprir as carências da comunicação, principalmente no que envolve as comunidades, a mídia deve estar aberta ao público e o público não deve apenas consumir, mas produzir informação e de qualidade. As estratégias podem envolver, numa ordem, os seguintes aspectos:
- Objetivo: melhorar e democratizar a comunicação, especialmente nas comunidades;
- Questões: qual o tipo de informação se quer propagar? Qual o público a atingir? Quais os obstáculos e problemas?
- Soluções Práticas: quais veículos democráticos, de baixo custo, fácil acesso e boa interpretação podem ser utilizados?A partir deste detalhamento, comunidades poderão aliar cultura, produção e desenvolvimento para resgatar a identidade local e o poder da região, usufruindo dos benefícios de uma comunicação eficaz.
Uma proposta prioritária que surgiu na 1ª Conferência de Comunicação Social da Bahia (2008) foi elaborada por líderes atuantes em diversas comunidades e que estavam presentes no evento. Eis a proposta: “Democratizar os meios de comunicação, a partir dos diversos segmentos populares, respeitando a pluralidade cultural existente em cada região, fomentando os meios de comunicação alternativos, criando veículos diversos, de fácil acesso, estimulando a produção independente, para abranger todos os públicos como solução prática à distribuição da informação”.
Esta versão final foi resultado de dois dias de discussões no grupo de trabalho e após análise dos principais problemas existentes na comunicação comunitária. Outras propostas anexadas dizem respeito à participação de lideranças populares no veículos de comunicação; estímulo à produção local em programas locais e regionais; estímulo à crítica e discussão sobre meios e produtos; implantação de centro de orientação popular nos bairros para orientar a comunidade em seus problemas. Vê-se que as propostas foram feitas, cabe ao povo exigir dos seus governantes a execução e avaliação da “democratização da comunicação”.
Saiba mais sobre o assunto:
Site da 1ª Conferência de Comunicação Social da Bahia http://conferencia.comunicacao.ba.gov.br/
Site da Assessoria de Comunicação do Estado da Bahia (notícias sobre a 1ª Conferência e sobre decisões ligadas à Conferência Nacional de Comunicação) http://www.comunicacao.ba.gov.br/search?SearchableText=conferencia%20comunicacao&portal_type=Materia&sort_by=created&review_state=published&sort_on=getDataPublicacao&sort_order=reverse
PORTAL COMUNITARIO DA CDD
O portal da cdd e a uniao de um grupo de trabalho pelo bem estar da comunidade, sao 16 instituiçoes que com a juda da ( SOLTEC) e (UFRJ) criaram este portal de comunicaçao veja o site:http://www.cidadededeus.org.br:8080/cdd/entidades/osami/quem-somo
Eu levei para inauguraçao do portal, e para todas as instituiçoes conhecer um convidado de honra o sr: Giuseppe Badolato o chefe dos arquitetos que planejou a Cidade de Deus ,

"A entrevista que se segue foi feita no dia 24 de abril de 2009, quando o senhor Giuseppe Badolato recebeu a Rosalina ( comunicadora conunitaria) assessora da (OSAMI) em sua casa. Badolato é italiano, arquiteto e responsável pelo planejamento da Cidade de Deus. Acompanhe mais informações na entrevista abaixo."
texto: rosalina da silva
Aqui na Cidade de Deus se comunicamos tambem , por jornal comunitario, com distribuiçao gratuita ,que divulga os trabalhos dos artitas moradores e comerciantes da area, a inauguraço do portal foi anuciado nele veja materia.
O jornal das lutas comunitárias e dacultura popular Ano I - Nº 02
A primeira edição do jornal com notícias da Cidade
de Deus foi aprovada pela comunidade e reconhecida como excelente espaço de troca de informação e mobilização social. Saiba mais sobre a repercussão
positiva.
Dicas para acabar com focos e larvas do mosquito transmissor
• Mantenha a caixa d’água sempre fechada com tampa adequada
• Remova folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr
pelas calhas
• Não deixe a água da chuva acumulada sobre laje
• Lave semanalmente por dentro com escovas e sabão os tanques
utilizados para armazenar água
• Mantenha bem tampados tonéis e barris d’água
• Encha de areia até a borda os pratinhos dos vasos de planta
• Se você tiver vasos de plantas aquáticas, troque a água e lave o vaso
principalmente por dentro com escova, água e sabão pelo menos uma
vez por semana
02
Expediente
Jornal Abaixo-Assinado
da Cidade da Deus
Ano 1 – Número 2
Abril de 2009
jornalabaixoassinado@yahoo.com.br
Tel.: (21) 7119-6163 e 7119-6044
Caixa Postal 70514 – Taquara – RJ
Envie sua carta que publicamos no JAA-Cdd
Caixa Postal 70514 – Taquara/RJ – CEP 22740-971 ou
0 jornal das lutas comunitárias pelo E-mail: jornalabaixoassinado@yahoo.com.br
Editorial
Por acreditar na força e na importância da mídia alternativa para contribuir
na organização popular e para fomentar o debate das mazelas sociais, é
que nasceu o Jornal Abaixo-Assinado da Cidade de Deus (JAA-Cdd), em março de 2009, com uma tiragem de dez mil exemplares. A repercussão do lançamento do jornal foi extremamente positiva na comunidade. Elogios de todos os segmentos
sociais e políticos. Críticas construtivas e sugestões surgem a todo o momento.o diálogo proposto por diversas entidades comunitárias
na construção de parcerias e o apoio efetivo do comércio local. Ficamos
felizes como nunca. Valeu a pena! As sugestões de temas e assuntos a
serem abordados que nos chegam são inúmeras. As Ongs que produzem ações
sociais e culturais querem espaço para Jornal Abaixo-Assinado
da Cidade de Deus é pra lutar divulgação dos seus feitos. Os problemas e as necessidades comunitárias estão à mostra a exigir mobilização popular e unidade de ação entre as lideranças, além de firme denúncia em nossas páginas. Sem incentivo oficial o jornal está na
rua, graças ao firme apoio do micro e do pequeno comerciante da Cidade de Deus. O empreendedor entendeu a proposta do jornal e a importância de divulgação do seu empreendimento. Resultado: chegamos a esta segunda edição com 45 anunciantes, um fato raro.
Problemas em debate, a atitude cidadã das Ongs e a descoberta de talentos, somados aos anseios dos nossos comerciantes em divulgar seus serviços e produtos, nos fizeram rapidamente chegar
a oito páginas. Venceremos os desafios da Cidade de
Deus, sem incentivo de governos ou de
políticos. Temos um jornal comunitário. Com apoio do povo, para o povo e
pelo povo!
Vencer os desafios da Cidade de Deus sem ajuda
governamental é a grande tarefa a cumprir.

Lutas comunitárias
“Nesses 43 anos o que mudou foi a melhoria do transporte, água e luz. O transporte porque só havia uma condução, a
água porque faltava e a luz apagava toda noite. No mais o Poder Público nos abandonou.” - Luiz Carlos, da Farmácia
Thapheta, 50 anos e morador há 30 anos.
“As praças da Cidade de Deus entre 1966 e 1967 eram banheiros, onde lavavam roupas e tomavam banho. Os banheiros
eram chamados de 13, 14, 15 e 22. Daí os nomes atuais. Não mudou nada. Pessoas da Praia do Pinto, Ilha das Dragas
e de outros cantos ainda vivem o mesmo sofrimento. Há muita miséria, desemprego e falta saneamento em nossa
comunidade. Existe um local chamado Laminha onde falta água constantemente e o esgoto corre a céu aberto. Várias
reclamações foram feitas e nunca atendidas.” - Mônica Silveira, moradora há 43 anos.
“Não mudou nada e ninguém toma nenhuma iniciativa. Precisamos de mais cursos profissionalizantes para os jovens e
escolas de tempo integral para nossas crianças”. - Vera Lúcia de Oliveira, moradora há 43 anos. Também, desde janeiro, os professores do
Projeto Feliz Idade da Prefeitura não recebem seus salários. Tem uma professora que vem a pé da Colônia até a Cidade de Deus. Isso é um absurdo!” -
Edileuza, moradora da Rua Carmelo.
“A festa de aniversário do Rio de Janeiro ficou ótima. Deveria ter sempre mais show. Acho que estamos mais seguros agora. É uma excelente melhora!” -
Lucilene da Silva, moradora da Rua Geremias.
O que melhorou ou piorou nos 43 anos de existência da Cidade de Deus?
O que mudou? O que melhorou? O que piorou? Ouvimos alguns interessantes depoimentos de
nossa gente. Temos a certeza de que a luta comunitária é fundamental para assegurar melhores condições de vida
à população.
“Infelizmente nesses 43 anos nada mudou. Os problemas e as nossas reivindicações são os mesmos de anos.
de melhoria no atendimento médico do Posto de Saúde. Necessitamos de mais creches e da construção de uma
Escola Técnica. Saneamento básico com a reconstrução de toda rede de esgoto é outra reivindicação que fazemos
A Unicom é uma entidade comunitária que luta pela melhoria do bairro, mas que também
presta os seguintes serviços: Banco de Emprego, Atendimento Jurídico, Biblioteca e aulas de Capoeira, além de
Futebol, Teatro, Balé, Dança de Salão, Sapateado e Street Dance”, afirma José Neves, presidente da Associação
União Comunitária da Cidade de Deus (AUNICOM), 80 anos e morador há 35 anos
Confira mais depoimentos:
Bloco 13 no Conjunto Margarida em
Cidade de Deus – estado caótico
Utilidade Pública
Perdeu ou está com seu CPF suspenso pela Receita Federal? Não se
desespere! As agências dos Correios fazem a regularização e tiram a 2ª via.
Anote aí os documentos necessários (original ou xerox):
• Identidade ou Carteira de Trabalho
• Comprovante de Residência
• Título de Eleitor (maior de 18 anos)
• Pagamento no ato de R$ 5,50
• Número do CPF antigo (para 2ª via)
Menor de idade: Tem que ser acompanhado pelo responsável, com a
Certidão de Nascimento ou Identidade do menor. Não esquecer os
documentos do responsável.
Regularização e 2ª via do CPF
Ong Abrindo Portas, contribuição cidadã Atitude cidadã
A partir de um trabalho
educacional intenso,
há seis anos, tem
conseguido qualificar e
inserir moradores da
comunidade no mercado
de trabalho.
Com compromisso,
competência e atitude
Hoje a Ong tem orgulho de ter construído um histórico de formação de
muitos trabalhadores e empreendedores que se colocaram de forma satisfatória
no mercado graças à oportunidade recebida e à seriedade de seu trabalho. São
essas e outras características positivas que despertam o interesse de algumas
empresas que buscam profissionais formados em determinados cursos
que oferece.
Além da capacitação profissional, a Ong oferece serviços de utilidade pública
como fisioterapia e assessoria jurídica.
Endereço:
Rua Edgard Werneck, 1605 – Cidade de Deus – Igreja Episcopal
Descobrindo talentos
Paulo Silva, o cineasta da “Di Deus”
Paulo Silva mora na Cidade de Deus desde 1970. Veio
de Manaus, Amazonas, sua terra de origem, e se encantou
pelo cinema aos dez anos, quando assistiu Pássaro
Azul em 1978, baseado na peça teatral do alemão Maurice
Maeterlink.
Paulo começou a ler
literatura do gênero e a escrever roteiros. Aos 12 anos
decidiu fazer cinema como profissão. A sétima arte
prioritariamente, feita para ricos e por ricos, encantou
um pobre menino favelado. realizando o curta metragem de formação
das oficinas do Cinemaneiro, em parceria com seu amigo e também cineasta, Julio
Pecly Ainda com seu parceiro, escreveu o roteiro
do longa Um Lugar Chamado Bom Pastor.
Em 2006, Paulo concluiu, simultaneamente,
Com Julio Pecly, Marcelo Yuka e o ator Leandro Firmino da Hora, ele fundou a
Companhia Brasileira de Cinema Barato. Em seguida, roteirizou e dirigiu sozinho
o curta Conversa Paralela (Nós do Cinema).
Ainda em 2006, Paulo realizou com a Cavídeo Produções e dirigiu com Cavi
Borges e Julio Pecly, o curta premiado Sete Minutos, ganhador do prêmio de
melhor curta do júri oficial do Festival do Rio 2007 e do primeiro prêmio de
estímulo ao cinema de curta metragem, patrocinado pela LAMSA.
Com Crônicas de Um fato Comum foi ganhador do prêmio Mostre Sua Comunidade
2008, realizado pela Light, além de ser considerado o melhor filme de temática
social do Festival Visões Periféricas 2008. O curta foi escolhido pela TV Brasil
para programação do ano dos Direitos Humanos no Brasil. Em 2009 Paulo
começou a rodar o seu primeiro longa metragem, Enchente, com o parceiro Julio
Pecly, contando sobre a enxurrada que atingiu a cidade do Rio em 1996.
Como produtor Paulo realizou também o curta documentário experimental
Da Cinelândia à Uruguaiana, dirigido por Julio Pecly. Produziu ainda Favela 20x30,
Canal 001 – com direção de Pecly. Outros projetos foram: o curta Engano, ganhador
de vários prêmios, além do primeiro longa feito para exibição em celular,
Mateus o Balconista, ambos de Cavi Borges.
Associação de Moradores
União Comunitária Cidade de Deus
A Associação de Moradores União Comunitária Cidade de Deus (AMUNICOM),
fundada em 23 de outubro de 1990, com sede própria na Praça da Bíblia, nº 2,
além de participação nas lutas comunitárias, por melhorias da qualidade de
vida, presta também serviços sociais, culturais e jurídicos para os moradores
da comunidade.
Anote aí os nossos serviços:
• Assessoria Jurídica – advogado Reinaldo Máximo – 4ª feira das 14h às 16h.
• Banco de Empregos – de 2ª à 6ª feiras, das 9h às 12h.
• Atendimento Social Comunitário – de 2ª à 6ª feiras, das 9h às 18h.
• Biblioteca Comunitária Professor Arnaldo Niskier – de 2ª à 6ª feiras, das 9h
às 17h.
• Aulas de Ballet – sábado, das 8h às 15h.
• Aulas de Teatro – sábado, das 10h às 15h.
• Aulas de Jazz – 2ª e 4ª feiras, das 9h às 11h; e 3ª e 5ª feiras, das 18h às 20h.
• Aulas de Dança do Ventre – 3ª feira, das 16h às 17h30min e 6ª feira, das 20h
às 21h30.
• Aulas de Sapateado – sábado, das 14h às 16h.
• Aulas de Street-Dance – 6ª feira, das 19 às 20h
testo: Rosalina da silva
quarta-feira, 29 de abril de 2009
O Canto do ILÊ AIYÊ
“Lá vem a negrada que faz o astral da avenida, mas que coisa bonita, quando ela passa me faz chorar. Tu és o mais belo dos belos, traz paz e riqueza, tens o brilho tão forte, por isso te chamo de pérola negra”. (trecho da composição do Ilê)
O Ilê é mais que um bloco de Carnaval de Salvador. O grupo é uma referência da cultura negra que através da criatividade, do canto, da música, do talento, e das ações sociais vem lutando pela valorização da cultura afro-brasileira e da cidadania. O bloco Ilê Aiyê surgiu no Curuzu, Liberdade, bairro de maior populaçao negra de Salvador. Hoje ele é um patrimônio da cultura baiana.
Na perspectiva de melhor qualidade de vida e inclusão social, o Ilê desenvolve um projeto que abrange várias ações para crianças, adolescentes e idosos- a comunidade do bairro da Liberdade
Ações Sociais e Culturais do Ilê Ayê
Escola Hilda - A Escola Mãe Hilda, possui oito classes de crianças, quatro pela manhã e quatro à tarde
Cursos - O Ilê oferece aulas de informática, Dança, artesanato e, Cidadania e Cultura Negra (CCN) fornecendo aos adolescentes informações essenciais para uma vida em sociedade
Infocentro
O Infocentro conta com uma lan house aberta ao público em parceria com o Estado e uma sala de Informática onde são realizadas aulas de informática básica. Esse projeto proporciona a capacitação e a oportunidade dos aprendizes tornarem-se educadores.
Dandarê - visando melhoria da qualidade de vida dos idosos, semanalmente são realizadas reuniões com médicos, geriatras.
Publicações
Após a definição do tema do carnaval para o bloco desenvolve-se uma programação histórica e transforma em apostila. Essa apostila é entregue para os compositores produzirem uma música tema e uma música poesia. Esse material é reunido, sistematizado e transformado num caderno pedagógico que é difundido para as escolas. (Fonte: Soteropolitano)
Assista os vídeos
manos e minas: entrevista com ILÊA influência do canto, da dança e do figurino do Ilê
na Escola de Balé - EBATECA / Salvador-Bahia
Niterói inaugura novo centro cultural
Um antigo abrigo de bondes é reformado e se transforma no mais novo centro cultural da cidade.
O Espaço Antonio Callado, nome que homenageia o conhecido escritor niteroiense, será inaugurado, nesta quinta dia 30 e vai contar com cinema, lojas e restaurante, além de uma exposição permanente sobre a evolução do transporte na cidade.
A restauração com a preservação da fachada original foi parte de um acordo que permitiu a instalação do Supermercado na região.Em contrapartida a empresa será responsável pela administração e manutenção da infraestrutura do anexo.
A Prefeitura, através da Fundação de Artes de Niterói (FAN) será responsável pela coordenação pelos cursos e oficinas, além disso o espaço cultural será a nova sede de projetos desenvolvidos pelo poder público municipal como Cateretê das Artes, Aprendiz e Banda Santa Cecília.
Texto e fotos: Márcio Kerbel, Niterói-RJ.







